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Língua eletrónica para análise da qualidade dos alimentos

2012-04-09

A Doutora Alisa Rudnitskaya, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro (CESAM), desenvolveu uma língua eletrónica com características muito semelhantes às de um humano, com o objetivo de realizar análises rápidas e confiáveis para deteção de compostos orgânicos e inorgânicos em alimentos que, quando presentes em quantidades avultadas, poderão colocar em perigo a saúde humana.

 

Para isso, utilizou vários sensores, entre eles, elétrodos de referência Ag/AgCl e elétrodos de pH METROHM, que simulam as papilas gustativas.

 

Dependendo da composição da membrana, o sensor, quando mergulhado no alimento previamente liquefeito, responde à presença ou ausência das substâncias que se pretendem detetar, enviando um sinal eletrónico para um voltímetro digital. Desta estrutura, o sinal é encaminhado em forma de mensagem digital para um computador que descodifica, mede, trata e guarda os dados recebidos a partir dos sensores.

 

«Claro que este aparelho não pode ser utilizado em vez de outras técnicas que existem, tal como variantes diferentes de cromatografia ou de espetrometria de massa que podem produzir uma informação pormenorizada da amostra alimentar», explica a investigadora Alisa Rudnitskaya. Mas a informação detalhada sobre a composição do alimento, clarifica a investigadora, nem sempre é necessária. «Às vezes só é necessário saber a concentração de alguns dos constituintes de alimentos ou de contaminantes para controlar se eles não excedem o permitido, função que a língua faz em pleno e em poucos minutos», explica. Para além disso, «é um aparelho mais compacto, mais fácil de usar e menos caro do que os usados por outras técnicas».

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